segunda-feira, 18 de agosto de 2014

JASMIM


Além do colorido das flores e da forma das folhagens, outro atrativo dessas plantas é seu perfume, cujo nome quer dizer “felicidade celestial”.
Jasmim é o nome comum pelo qual são conhecidas as espécies do gênero Jasminum L., da família das oleaceae, nativas do Velho Mundo, provavelmente originária do Irã. Seu nome vem do árabe Yasamin, que por sua vez foi emprestado do persa. São em sua maior parte arbustos ou lianas, de folhas simples ou compostas.
As flores são tubulares, com pétalas patentes, raramente maiores do que dois centímetros de diâmetro, quase sempre muito perfumadas. Quase todas as espécies possuem flores brancas, mas há algumas de flores amarelas ou rosadas.
Há séculos o jasmim, no Oriente, é considerada como o símbolo da beleza e da tentação das mulheres. Na Índia, Kama, o deus do amor, chegava a suas vítimas por setas acompanhadas de flores de jasmim. Cleópatra teria ido ao encontro Marco Antônio em um barco cujas velas foram revestidas com essência de jasmim.
O jasmim é uma trepadeira de textura semi-herbácea, bastante ramificada e de crescimento rápido. Seus ramos avermelhados apresentam folhas pinadas, com 5 a 9 folíolos verdes, de formato lanceolado. As inflorescências são axilares, em panículas e com numerosos botões cor-de-rosa que se abrem em pequenas flores brancas. As flores são rosadas por fora e brancas internamente, com 5 pétalas patentes e exalam um perfume adocicado.
É a planta perfeita para jardins românticos e clássicos, sua folhagem e florescimento são de uma beleza delicada e seu perfume suave aguça os sentidos. Indicada para cobrir caramanchões, colunas, pórticos, muros, treliças e grades, deve-se aproveitá-la em locais de tráfego ou descanso que permitem aproveitar seu perfume. A floração pode ocorrer no outono, inverno ou primavera de acordo com o clima.
O jasmim deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. Aprecia o clima ameno, florescendo mais abundantemente. Necessita podas de limpeza anuais, que a deixarão sempre viçosa e florífera. Multiplica-se por estaquia dos ramos semi-lenhosos, cortados após a floração. Também pode ser propagada por sementes, mergulhia e alporquia.
A maior produtora de jasmins do mundo é a Índia mas a China sempre foi uma grande produtora de jasmim. Seu aroma é, juntamente com a rosa um dos aromas pilares da perfumaria.  Na China mistura-se flores de jasmim a folhas de chá, e a combinação de sabor e aroma resultante é muito apreciado.
Dentre as espécies mais populares de jasmim, destacam-se:
·         Jasminum azoricum, ou Jasmim-dos-açores
·         Jasminum mesnyi, ou Jasmim-amarelo (sem aroma)
·         Jasminum nitidum, ou Jasmim-estrela
·         Jasminum officinale, ou Jasmim-verdadeiro
·         Jasminum polyanthum, ou Jasmim-dos-poetas
As pequenas flores brancas desse arbusto perene, em forma de videira, também são conhecidas como o senhor da noite e como "luar da floresta", porque seu aroma sedutor se intensifica nas horas noturnas.
Até mesmo a produção de seu óleo essencial é exótica. As flores são recolhidas à noite, quando produzem mais óleo, e depositadas sobre uma camada de gordura para o método de extração conhecido como "enfleurage". O óleo primeiro é produzido em formato sólido e depois a gordura é extraída da mistura. Por mais que os químicos tentem, o aroma não pode ser reproduzido. O jasmim sintético é tão forte que demanda uma dose do óleo essencial natural para atenuá-lo. 

Venha até a Flora Morumby e escolha a sua espécie de Jasmim preferida.







sexta-feira, 8 de agosto de 2014

CRAVINA


Também chama de Dianthus chinensis, essa pequena planta florífera nata da Ásia se caracteriza graças a presença de lindas flores formadas por várias pétalas longas que geralmente possuem cores quentes e de diferentes tonalidades em seu centro e em sua borda.


Disponíveis em inúmeras tonalidades, as flores da cravina chamam atenção pela beleza sutil. Brancas, vermelhas, lilases, róseas, alaranjadas ou bicolores, as cravinas levam alegria a qualquer área verde, sendo muito utilizada por paisagistas para compor bordaduras ou formar maciços.
Pode ser plantada tanto em jardins quanto em vasos graças ao seu pequeno porte, porém é uma planta que necessita de muita luz, que se desenvolve melhor a pleno sol. Se você pretende cultivá-la em vaso, certifique-se de posicioná-lo em algum lugar devidamente iluminado para obter melhores resultados.
Além do apelo estético, apresenta outra vantagem: a durabilidade de suas flores. Possui flores com diâmetro médio de 3 cm, que surgem ao longo do inverno e da primavera, deve ser tratada como anual, precisando ser reposta para garantir a beleza dos canteiros.
Em geral, a cravina atinge de 30 a 40 cm de altura e conta com folhas lineares, cerosas e totalmente sem pelos. Pertencente à família Caryophyllaceae, esta espécie aprecia baixas temperaturas, por isso, é mais indicada para as regiões Sul e Sudeste do Brasil. 
Para assegurar a saúde da cravina, é essencial cultivá-la em canteiros bem drenados e ricos em matéria orgânica. O plantio é simples, basta tomar cuidado para não aterrar as folhas e regá-la logo depois do plantio. Com relação à poda, é aconselhado o corte do caule entre 10 e 15 cm assim que a flor cair, para que um novo botão brote mais rapidamente. 

Apesar de exigir regas periódicas, a cravina não aprecia solos encharcados. Por isso, é necessário ter atenção redobrada com relação ao fornecimento de água. A irrigação precisa ser feita a cada dois dias e sempre no período da manhã. A cravina não costuma sofrer com ataques de agentes nocivos, mas o excesso de umidade pode facilitar o aparecimento de ferrugem ou podridão-negra.
A multiplicação da cravina é feita sempre por meio de sementes, que devem ser postas para germinar durante o outono. Você encontra a cravina e outras espécies na Flora Morumby, à Rua Cláudio Pedro André, 09 – Jardim Morumbi III – Sorocaba.


quinta-feira, 24 de julho de 2014

TAPETE DE GRAMA


Nada chama tanto a nossa atenção quando chegamos em um local que possui um tapete de grama bem conservado e cuidado. O segredo de um tapete de grama verdejante está na frequência da rega, pois a falta ou o excesso de água é prejudicial. Em períodos de seca, pode-se molhá-la diariamente nos horários de menor incidência solar, ou seja, no início da manhã ou no final da tarde.
É extremamente importante escolher a espécie de gramínea adequada, levando em consideração a finalidade do espaço, o pisoteio, a luminosidade, o clima, o solo e a topografia. A poda é outro grande segredo para conseguir a aparência de tapete verde. O primeiro corte deverá ser feito 30 dias depois do plantio. Posteriormente, basta aparar a cada 15 dias. No Verão o procedimento pode acontecer semanalmente, dependendo do crescimento. Não se deve podar mais que 30% da altura da folha.

Antes de começar a plantar a grama, todos os resíduos do local a ser gramado, como por exemplo, entulhos, pedras, madeiras, pragas e ervas daninhas, devem ser removidos. Na adubação de pré-plantio para gramas, não é recomendada a utilização do nitrogênio, porque o efeito do nitrogênio dura pouco tempo no solo, e nesta fase a grama não terá condições ideias para absorvê-lo, porque ela ainda não está totalmente enraizada.
Na instalação dos primeiros rolos ou placas de grama, os profissionais deverão alinha-los de modo que estejam bem uniformes. Os formato de placas e tapetes, proporcionam facilidade na hora de plantar a grama.
Após plantar a grama, pulverize um pouco de terra em cima das folhas e rejunte as fissuras entre os tapetes com essa mesma terra. Utilize terra de boa qualidade e adubada. A cobertura com terra ajuda na retenção de umidade, acelera o processo de brotação e fixação da grama. A irrigação deve ser realizada simultaneamente com o plantio, ou seja, plante a grama durante o dia e irrigue sempre no final da tarde, dessa forma o gramado permanecerá úmido por mais tempo.
Após ter finalizado a etapa de posicionamento das placas, é hora de fechar os espaços entre os tapetes utilizando todas as placas quebradas de grama que foram separadas para o acabamento. Nessa altura o gramado estará pronto e o plantio compacto, uniforme, pronto para ser finalizado.

Para finalizar o serviço é preciso fazer uma cobertura com terra sobre toda a grama plantada. A cobertura consiste em fazer uma pequena e uniforme camada de terra entre as folhas da grama. Para encerrar o serviço realize uma boa irrigação sobre toda a grama plantada.
Mesmo com tanta atenção, a grama não está livre da ameaça de pragas e doenças. As mais comuns são as ervas daninhas, sobretudo, tiririca (Cyperus tuberosus) e barba-de-bode (Aristida Pallens). Outros seres nocivos são lagartas, formigas, besouros, fungos e bactérias. Por isso, é essencial ficar atento a qualquer modificação, como o surgimento de manchas arredondadas e folhas raspadas ou secas.

VARIEDADES
BATATAIS Nativa do Brasil, a grama-batatais (Paspalum notatum) possui inflorescência típica em forma de V ou forquilha que se eleva acima da planta. É resistente a pisadas, a seca e a solos pobres. Não aprecia sombra, mas pode crescer bem à meia-sombra. 
BERMUDAS As folhas estreitas e de coloração verde-intenso da grama-bermudas (Cynodon dactylon) são macias e tolerantes ao pisoteio. Tem crescimento rápido, boa regeneração, suporta seca e altas temperaturas e deve ser mantida a pleno sol.
ESMERALDA Originária do Japão, apresenta folhas estreitas e pequenas, que formam um tapete verde perfeito. A grama-esmeralda (Zoysia japonica) é apropriada para pleno sol e apresenta boa tolerância ao pisoteio. Deve ser cultivada em terra fértil. É a mais versátil, adaptando-se a praticamente todas as condições (inclusive, recintos esportivos), possui manutenção simples e não tolera sombreamento.
SÃO-CARLOS Nativa de região úmida, a grama-são-carlos (Axonopus compressus) é tolerante a baixas temperaturas, sendo recomendada para formação de gramado a pleno sol ou à meia-sombra. Necessita de irrigação periódica e solo fértil e bem preparado.
SANTO-AGOSTINHO A grama-de-santo-agostinho (Stenotaphrum secundatum) também ocorre na forma variegada, com folhagem verde-amarelada. Seu crescimento é moderado, não sendo indicada para pisoteio e local sombreado, mas resiste à salinidade do litoral.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

HORTÊNSIA


Hydrangea macrophylla , conhecida pelos nomes comuns de hortênsia, hidrângea ou novelão, é uma espécie fanerógama (plantas com aparelho reprodutor visível ou plantas de sementes) arbustiva, pertencente ao gênero Hydrangea, nativa do Japão e da China, mas que atualmente pode ser cultivada como planta ornamental em todas as regiões de clima temperado e subtropical. 
A espécie apresenta flores rosadas ou azuis dependendo do pH do solo: em solos ácidos as flores são azuis, enquanto em solos alcalinos são cor-de-rosa. A hortênsia é rica em princípios ativos, incluindo o glicosídeo, cianogénico hidrangina, que as torna venenosas. Quando ingerido em grandes quantidades, causa cianose, convulsões, dor abdominal, flacidez muscular, letargia, vómitos e coma.
É um arbusto caducifólio, lenhoso na base, mas com consistência sub-herbácea nos raminhos jovens, com até altura entre 02 e 03 metros e uma largura de copa que pode atingir 03 metros. O ritidoma é acastanhado e fibroso nos ramos mais antigos, liso e esverdeado nos ramos juvenis.
Macrophylla é um nome latino que significa grandes (longas) folhas. Trata-se de uma referência às grandes folhas opostas que caracterizam a espécie. As folhas são simples, membranosas, ovais a elíptico-orbiculares, acuminadas, com 07 a 20 cm de comprimento, com os bordos serrilhados.
Entre o início do verão e final do outono, ela produz ampla inflorescência, com múltiplas flores em tons de cor de rosa ou azul. A inflorescência é um corimbo (inflorescência aberta, na qual o eixo é curto e os pedicelos das flores são longos, inserindo-se a diferentes alturas do eixo. O comprimento de cada pedicelo floral é tal que todas as flores do corimbo abrem a um mesmo nível), geralmente com todas as flores colocadas num único plano, mas por vezes com as flores formando uma estrutura hemisférica, ou mesmo esférica, em algumas formas cultivadas (popularmente designadas por novelão).
A espécie produz dois tipos de flores: as centrais, não ornamentais por serem desprovidas de pétalas bem desenvolvidas, são férteis; e as periféricas, ornamentais, com grandes pétalas coloridas, geralmente descritas como estéreis.
A floração começa no início do verão e estende-se até o início do inverno, persistindo até à queda das folhas, mas com o seu auge no final da primavera. É possível manipular a coloração das flores utilizando aditivos que alterem a disponibilidade de alumínio no solo, aumentando a sua concentração por adição de sais daquele metal ou variando o pH para controlar a sua biodisponibilidade. O fruto é uma pequena cápsula subglobosa.
Extratos de folhas de Hydrangea macrophylla estão sendo estudados como possíveis fontes de novos compostos com atividade antimalárica. O ácido hidrangeico das folhas está sendo estudado como possível fonte de compostos antidiabéticos, tendo sido demonstrado que baixa significativamente a concentração sanguínea de glicose, triglicerídeos e ácidos livres.
A espécie é utilizada para criar contrastes em intervenções de paisagismo. A sua folhagem rica e de grande tamanho é um excelente fundo para realçar canteiros de flores brancas ou de cores claras, mesmo de espécies perenes ou anuais altas. Em climas quentes H. macrophylla é utilizada para adicionar um toque de cor no início do verão em áreas com sombra, particularmente em jardins florestados. É recomendada um poda mínima para tornar a floração mais prolífica. As flores são facilmente secas ao ar e são duradouras, pelo que são utilizadas como flores secas em decoração de interiores.
No sul do Brasil, estado do Rio Grande do Sul, existe uma região denominada "Região das Hortênsias", caracterizada pelo ajardinamento de casas e rodovias com esta espécie. Gramado, cidade mais representativa desta região turística, tem a hortênsia como sua flor símbolo. Em função da altitude e do clima ameno, a hortênsia está extremamente difundida em Campos do Jordão.







quinta-feira, 10 de julho de 2014

Resedá

Lagerstroemia indica (L.) Pers., popularmente conhecida como  extremosa, escumilha, resedá ou árvore-de-júpiter, é uma planta da família Lythraceae, nativa da China e da Índia, que foi introduzida nos Estados Unidos em 1790, pelo botânico francês André Michaux (1746-1802).

É uma árvore resistente, muito usada para arborização urbana. É uma espécie de planta que exibe flores pequenas, de pétalas recortadas e delicadas, com cores que podem ser rosa, branca e lilás durante as épocas mais quentes do ano, suas flores se formam na ponta dos ramos que foram podados no invernoOs galhos são fracos e quebradiços e devem ser podados no inverno para estimular a floração e dar bom aspecto à planta.
Trata-se de uma árvore pequena, de altura máxima de 5 metros, caducifólia, forma arredondada e de folhas pequenas ovais. No outono, antes de caírem, as folhas adquirem uma bela tonalidade avermelhada. São fáceis de plantar e manter. Para fazer a propagação deve-se usar as sementes recolhidas no final do inverno. Seu ciclo de vida é perene.
Floresce a partir de novembro, permanecendo em floração até final do verão. Pode ser cultivada em todo o Brasil. A Extremosa atrai borboletas e beija-flores, aprecia locais ensolarados e solos férteis em matéria orgânica. A melhor época de plantio é no inverno ou início da primavera. A cada ano, no final do inverno, deve ser realizada uma poda de formação, dando o formato desejado. 

No Brasil, é utilizada amplamente em arborização urbana. Por tratar-se de um arbusto facilmente reproduzido através de estaquia de galhos e sementes. Em algumas cidades esta espécie representa mais de 20 por cento das árvores em vias públicas. 




quarta-feira, 25 de junho de 2014

VERBENA





O cultivo de plantas em nossa casa é uma terapia maravilhosa, comprovado os benefícios tanto físicos como psicológicos que ganhamos com essa terapia.  As plantas são essenciais para a saúde do planeta e para a nossa respiração. Por ser essa uma atividade muito prazerosa, muitas pessoas iniciam-se na prática da jardinagem e se apaixonam completamente, porém sempre existem aquelas plantas que pouco sabemos a respeito e acabam por não florescer.
A verbena é uma planta medicinal, também conhecida como urgebão, gervão, erva-de-ferro e planta-da-sorte, muito utilizada para tratar a ansiedade e o stress. O seu nome científico é Verbena officinalis L., pertence à família das Verbenaceae (verbenáceas) e é formada por glicosídeos iridóide, taninos, óleo essencial, princípios amargos.
A verbena serve para ajudar no tratamento de cálculo biliar, ansiedade, stress, insônia, inquietação, acne, asma, bronquite, cálculos renais, artrite, distúrbios digestivos, dismenorreia, falta de apetite, úlcera, taquicardia, reumatismo, queimadura, conjuntivite, faringite e estomatite.
As propriedades da verbena incluem a sua ação calmante, sedante, antireumática, anti-inflamatória, analgésica, adstringente, depurativa, digestiva, estimulante, anticoagulante e tônica. As partes usadas da verbana são as folhas, raízes e flores. A verbena pode ser encontrada em forma de infusão (chá).
É uma planta silvestre muito comum em terrenos incultos. Possui pequenas folhas e pequenas flores. Existe outra espécie de verbena, denominada verbena odorífera, cuja infusão perfumada é muito apreciada. A planta é nativa da região mediterrânea (Europa e Ásia), porém tem sido cultivada extensamente por toda a Europa Oriental e a China.
O seu plantio deve acontecer entre julho a setembro. Prefere solos leves e adubados com matéria orgânica, sempre a pleno sol. Depois de instalada, é uma planta que quase não necessita de manutenção, crescendo em terrenos baldios e zonas densamente povoadas por espécies daninhas. A propagação faz-se por sementeira, no início da primavera, por divisão ou por estacas retiradas da base (rebentos com cerca de oito a dez centímetros) e incluindo um pouco da parte subterrânea dos caules, no verão.
As folhas podem ser colhidas durante toda a estação de crescimento. A colheita e secagem das flores devem ser feita durante o verão. São flores pequenas de tamanho, porém de imensa beleza.
Saber cuidar do seu jardim é importante e, principalmente saber como cada planta precisa de atenção especial, pois cada uma tem seu tempo de cultivo, a rega, qual o terreno apropriado entre outras características. Essas e outras informações você encontra na Flora Morumby.


quinta-feira, 12 de junho de 2014

FLOR-DE-MAIO





Ter plantas em casa deixa qualquer ambiente mais bonito, colorido e humano além de deixar a decoração mais completa, por isso trazemos para vocês a forma correta de cultivar a Flor de Maio.
Schlumbergera truncata, também conhecida como flor de maio, é uma espécie de Schlumbergera, do gênero botânico da família cactaceae e categoria cactos/suculentasflores perenes. É originária do Brasil seus nomes populares são: flor de maio, cacto de natal, cacto de páscoa e flor de seda.
É uma das espécies de cactos mais apreciada e difundida, a flor-de-maio, floresce em pleno outono. Isso se deve aos dias mais curtos e às temperaturas mais baixas dessa época, que são fatores ideais para o desenvolvimento da planta. São flores que encantam pelo formato exótico e por suas cores em tons variados. As flores tem formato de capuz, com aproximadamente 07 cm.
A flor-de-maio pertence à família das cactáceas e é de fácil cultivo. Deve ser plantada em terra orgânica bem drenada, não muito ácida e regada periodicamente à meia-sombra. Para diminuir a acidez do solo, coloque no substrato uma colher de chá de cal hidratado e misture bem. Além disso, nunca deixe a planta em solo encharcado ou diretamente exposta ao sol.
Apesar do fácil cultivo, é necessário muito cuidado com a flor-de-maio quando seus botões ainda estiverem fechados, pois são sensíveis e podem cair facilmente. A planta pode ser colocada dentro de casa ou em varandas, em vaso no chão ou suspenso, como as samambaias, deixando suas folhas e flores caírem.
Após 2 ou 4 semanas as flores caem e o número de horas do brilho do sol torna-se importante aumentar para a propagação vegetativa. Entretanto, a planta necessita de água e luz solar a vontade até julho.
Depois da floração, a flor-de-maio entra em descanso. Nesse período, deve ser mantida com o solo seco, sem adubação: uma rega a cada dez dias é suficiente. É neste período também que deve ser feita a troca de vaso ou a retirada de mudas. Na primavera, inicia-se a adubação e as regas se tornam mais frequentes, uma ou duas vezes por semana.

Quando a estação do verão está chegando flor-de-maio inicia sua ação fisiológica de dormência.
Após abril a luz e temperatura diminuem naturalmente, ela está acordando com suas flores. (outono/ inverno).