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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

CRAVINA


Também chama de Dianthus chinensis, essa pequena planta florífera nata da Ásia se caracteriza graças a presença de lindas flores formadas por várias pétalas longas que geralmente possuem cores quentes e de diferentes tonalidades em seu centro e em sua borda.


Disponíveis em inúmeras tonalidades, as flores da cravina chamam atenção pela beleza sutil. Brancas, vermelhas, lilases, róseas, alaranjadas ou bicolores, as cravinas levam alegria a qualquer área verde, sendo muito utilizada por paisagistas para compor bordaduras ou formar maciços.
Pode ser plantada tanto em jardins quanto em vasos graças ao seu pequeno porte, porém é uma planta que necessita de muita luz, que se desenvolve melhor a pleno sol. Se você pretende cultivá-la em vaso, certifique-se de posicioná-lo em algum lugar devidamente iluminado para obter melhores resultados.
Além do apelo estético, apresenta outra vantagem: a durabilidade de suas flores. Possui flores com diâmetro médio de 3 cm, que surgem ao longo do inverno e da primavera, deve ser tratada como anual, precisando ser reposta para garantir a beleza dos canteiros.
Em geral, a cravina atinge de 30 a 40 cm de altura e conta com folhas lineares, cerosas e totalmente sem pelos. Pertencente à família Caryophyllaceae, esta espécie aprecia baixas temperaturas, por isso, é mais indicada para as regiões Sul e Sudeste do Brasil. 
Para assegurar a saúde da cravina, é essencial cultivá-la em canteiros bem drenados e ricos em matéria orgânica. O plantio é simples, basta tomar cuidado para não aterrar as folhas e regá-la logo depois do plantio. Com relação à poda, é aconselhado o corte do caule entre 10 e 15 cm assim que a flor cair, para que um novo botão brote mais rapidamente. 

Apesar de exigir regas periódicas, a cravina não aprecia solos encharcados. Por isso, é necessário ter atenção redobrada com relação ao fornecimento de água. A irrigação precisa ser feita a cada dois dias e sempre no período da manhã. A cravina não costuma sofrer com ataques de agentes nocivos, mas o excesso de umidade pode facilitar o aparecimento de ferrugem ou podridão-negra.
A multiplicação da cravina é feita sempre por meio de sementes, que devem ser postas para germinar durante o outono. Você encontra a cravina e outras espécies na Flora Morumby, à Rua Cláudio Pedro André, 09 – Jardim Morumbi III – Sorocaba.


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