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segunda-feira, 1 de abril de 2013

AS AMOREIRAS




Morus é o nome de um género de árvores conhecidas por amoreiras, nativas das regiões temperadas e subtropicais da Ásia, África e América do Norte, sendo que a maioria das espécies do género é asiática. As plantas do género Broussonetia, intimamente relacionado com o Morus, são também vulgarmente conhecidas por amoreiras, nomeadas como “amoreira de papel” (Broussonetia papyrifera).
São árvores de porte médio que podem atingir aproximadamente entre 4 a 5 metros de altura, possuem casca ligeiramente rugosa, escura e copa grande. As folhas têm coloração mais ou menos verde, com uma leve lanugem (quantidade grande de pêlos). São simples, ovadas a cordiformes, cartáceas, de margens serrilhadas ou dentadas e essa pilosidade que as torna ásperas ao toque. As flores são de tamanho reduzido e cor branco-amarelada.
As amoreiras desenvolvem-se bem em todo o Brasil e apresentam crescimento rápido, adaptando-se a qualquer tipo de solo, preferindo os úmidos e profundos. Frutifica de Setembro a Novembro no Brasil. Os frutos são pendentes, de coloração vermelho-escura, quase preta, quando maduros, com polpa vermelho-escura comestível. A coloração de seus frutos varia de acordo com a espécie à qual pertencem e conforme o seu grau de maturação.
As espécies de amoreira mais cultivadas são
  • Morus rubra, que produz a amora-vermelha
  • Morus alba, amora-branca e
  • Morus nigra, amora-preta
  • Rubus ulmifolius, amora-preta ”Ébano”
As amoreiras foram introduzidas na Europa por volta do século XVII. No Brasil, a amoreira - em especial a negra - cresce bem em toda parte, podendo ser encontrada de forma subespontânea em praticamente todas as regiões do país, que costuma ser a preferida para o consumo alimentar humano, pelo sabor mais pronunciado de seus frutos que são, também, mais volumosos. Além disso, a amoreira-negra é uma árvore de características ornamentais, pois apesar de não alcançar muita altura, sua copa, de folhas abundantes, proporciona boa sombra.
Todas as amoras são ricas em vitamina C e caracterizam-se por sua forma típica, gerada a partir do agrupamento de vários e minúsculos frutos que se unem formando uma polpa rica em água e açúcar. As amoras são geralmente consumidas ao natural e podem ser servidas também com cremes; são igualmente deliciosas quando utilizadas no preparo de tortas, sorvetes, compotas, geléias, doces cristalizados ou em massa, ou transformadas em vinhos, licores e xaropes.
Tem o nome científico de Morus nigra, popularmente conhecida como amoreira-negra, amora, amora-negra, amora-preta, amoreira, amoreira-do-bicho-da-seda, amoreira-preta, da família das Moraceae, categoria: árvores, árvores frutíferas,  árvores medicinais. Preferem os climas continentais, mediterrâneos, subtropicais e tropicais. Sua origem é asiática e seu ciclo de vida é perene. Sua casca é rugosa e de coloração escura. Suas flores são pequeninas e possuem uma cor branco-amarelada. Essas características a fazem bastante apreciadas.
Apesar de ser frutífera, a amoreira não deixa de ser ornamental. Sua copa é ampla, fornecendo sombra fresca no verão e permitindo a passagem de luz no inverno, com a queda das folhas. É perfeita para pequenos pomares domésticos, pois é rústica e não necessita de cuidados especiais para frutificar em abundância. O plantio dessa espécie só não é recomendado para arborização ao longo de ruas e avenidas, assim como estacionamentos, pois a queda dos frutos e folhas suja os automóveis e o chão.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, profundo, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano de plantação. Adubações anuais com esterco de curral curtido, adubo Forth frutas e podas de limpeza estimulam frutificações abundantes. Não tolera estiagem prolongada ou ventos fortes. Multiplica-se por sementes e enxertia, mas principalmente por estaquia e mergulhia dos ramos.
Além do sabor e utilidade nutricional a amora e as folhas da amoreira também oferece propriedades medicinais: é calmante, diurética, antioxidante, cicatrizante, anti-inflamatória e laxante.

Um comentário:

  1. Matéria muito importante, pois no âmbito da Fitoterapia vai ajudar bastante no tratamento de algumas patologias.

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